Alunos do Biotec participam de módulos práticos com a USP

Os participantes do Projeto Biotecnologia tiveram a oportunidade de participar de três módulos práticos com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), chefiados pela consultora científica do projeto, Dra. Lygia da Veiga Pereira.

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“O contato com os pesquisadores foi intenso, permitindo adquirir conhecimentos específicos não trabalhados em aulas do Ensino Médio”, destacou a professora de Biologia, Ana Cristina Camargo.

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Durante estes módulos, os alunos se encantaram com a manipulação de bactérias, material genético e equipamentos utilizados em Biologia Molecular para extrair material genético de células procariontes e eucariontes, extrair plasmídeos de bactérias, alterar geneticamente plasmídeos e produzir bactérias transgênicas a partir destes plasmídeos manipulados geneticamente.

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“Na minha opinião, o módulo prático nos permite colocar em ação tudo o que se aprende. ”, finalizou a aluna Ana Beatriz Andrade, do segundo ano.

Biotecnologia discute eutanásia e Bioética

Os alunos que participam do Projeto Biotecnologia assistiram à dramatização do grupo PIC, liderado pela atriz Juliana Camargo Leite. A situação apresentada envolvia um caso de eutanásia e buscava iniciar discussões que levassem em consideração princípios da Bioética.

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“O mais gratificante durante a dramatização foi ver a reação dos alunos. Muitos se emocionaram, mostrando envolvimento e empatia com a situação”, comentou a professora de Biologia, Ana Cristina Camargo.

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O ex-aluno, advogado e médico convidado, Diogenes Batista da Silva, deu embasamento teórico sobre princípios da Bioética, citando diferentes casos que envolviam polêmicas.

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Com base nesta dinâmica, os alunos puderam refletir sobre o tema abordado e perceber que decisões que envolvem moral e valores são muito complexas e devem ser analisadas caso a caso, não cabendo generalizações.

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“Na minha concepção, a encenação causou uma reflexão geral, pois, foi possível viver aquela cena e, dessa forma, pensar no ponto de vista que defendemos em um assunto tão delicado”, analisou a aluna a aluna Ana Beatriz Andrade, do segundo ano.